Notícia - Equipe econômica estuda redução de contribuição da empresa para o FGTS
Área: Pessoal Publicado em 05/08/2020 | Atualizado em 23/10/2023
Foto: Divulgação Fonte: Valor Econômico.
O governo estuda a redução de 8% para 6% da contribuição da empresa, que é feita com base no salário do trabalhador, para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo técnico da área econômica, a ideia é baratear o custo da mão-de-obra no país, o que poderia ajudar na geração de empregos.
Por outro lado, o trabalhador acabaria pagando a conta por esse benefício. “A eventual redução diminuiria os custos e poderia gerar mais postos de trabalho”, afirmou o técnico.
Além disso, para diminuir as resistências à criação do imposto sobre transações, a equipe econômica ainda considera reduzir de 20% para 15% a contribuição patronal para o INSS para rendimentos acima do mínimo. No caso do salário mínimo, haveria a desoneração total dessa contribuição.
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O governo estuda a redução de 8% para 6% da contribuição da empresa, que é feita com base no salário do trabalhador, para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo técnico da área econômica, a ideia é baratear o custo da mão-de-obra no país, o que poderia ajudar na geração de empregos.
Por outro lado, o trabalhador acabaria pagando a conta por esse benefício. “A eventual redução diminuiria os custos e poderia gerar mais postos de trabalho”, afirmou o técnico.
Além disso, para diminuir as resistências à criação do imposto sobre transações, a equipe econômica ainda considera reduzir de 20% para 15% a contribuição patronal para o INSS para rendimentos acima do mínimo. No caso do salário mínimo, haveria a desoneração total dessa contribuição.
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