ICMS sobe no Paraná
Área: Fiscal Publicado em 28/03/2023
Foto: Divulgação Alíquota aumentou de 18% para 19%
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços (ICMS), sobre produtos considerados não essenciais, subiu no Paraná. A chamada alíquota modal passou de 18% para 19%, na segunda-feira (13/3).
O aumento foi proposto no ano passado pelo Governo Estadual e foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O imposto é a principal fonte de arrecadação do estado.
De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, o Paraná deixou de receber pouco mais de R$ 3 bilhões de agosto a dezembro de 2022 com a redução da alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações.
O aumento da cobrança sobre os itens não essenciais, segundo o governo, tem o objetivo de compensar parte dessa perda de arrecadação. Na lista de produtos com aumento no ICMS estão:
- alimentos (exceto os da cesta básica);
- bebidas alcoólicas e não alcoólicas;
- itens de vestuário;
- eletroeletrônicos;
- medicamentos.
A secretaria prevê que o aumento do imposto vai colocar no caixa do governo R$ 800 milhões por ano.
Fonte: Agoralitoral NULL Fonte: NULL
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços (ICMS), sobre produtos considerados não essenciais, subiu no Paraná. A chamada alíquota modal passou de 18% para 19%, na segunda-feira (13/3).
O aumento foi proposto no ano passado pelo Governo Estadual e foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O imposto é a principal fonte de arrecadação do estado.
De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, o Paraná deixou de receber pouco mais de R$ 3 bilhões de agosto a dezembro de 2022 com a redução da alíquota do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações.
O aumento da cobrança sobre os itens não essenciais, segundo o governo, tem o objetivo de compensar parte dessa perda de arrecadação. Na lista de produtos com aumento no ICMS estão:
- alimentos (exceto os da cesta básica);
- bebidas alcoólicas e não alcoólicas;
- itens de vestuário;
- eletroeletrônicos;
- medicamentos.
A secretaria prevê que o aumento do imposto vai colocar no caixa do governo R$ 800 milhões por ano.
Fonte: Agoralitoral NULL Fonte: NULL